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POLÍTICA

Puccinelli não quer ser prefeito, mas admite voltar com tudo em 2022

Ex-governador diz que não tem medo de enfrentar Azambuja ou qualquer outro candidato

30/10/2019 16h11Atualizado há 3 meses
Por: Redacao
Fonte: Edilson José/Repórter MS
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André Puccinelli durante entrevista à rádio CBN, em Campo Grande - Foto: Luciene Arakaki/CBN
André Puccinelli durante entrevista à rádio CBN, em Campo Grande - Foto: Luciene Arakaki/CBN

*Edilson Jose Alves

O ex-governador e presidente regional do MDB, André Puccinelli, afirmou nesta quarta-feira em entrevista à rádio CBN, em Campo Grande, que não pretende disputar a Prefeitura da Capital, mas admitiu voltar com força máxima nas eleições de 2022. “Me dizem que lidero as pesquisas, mas não serei candidato e até pedi para os institutos não incluírem meu nome nas consultas que forem feitas. Não é medo e nem estratégia”, disse ao ser questionado pelos entrevistadores Otávio Neto e Adilson Trindade.

André disse se voltar em 2022 será para disputar cargo majoritário, no caso ele terá apenas duas opções, governador ou senador. Ressaltou que não teme nem um pouco enfrentar Reinaldo numa eventual disputa por vaga no Senado Federal. “Não escolho adversários, pode ser o Reinaldo ou quem quer que for. Só faço uma ressalva, só seria candidato ao Senado caso a senadora Simone Tebet não quisesse concorrer à reeleição ou se ela fosse escolhida para disputar o governo do Estado pelo MDB”.

Com relação ao PSDB que poderá abrir mão de disputar a maior prefeitura do Estado para apoiar Marquinhos Trad, do PSD, André disse que já cometeu equivoco igual e que hoje não faria mais o mesmo. “Time que não entra em campo perde torcida”, acrescentou. Disse que em 15 de dezembro próximo pretende deixar a presidência regional. “Estão falando em me colocar como presidente honorário. Eu só quero ajudar o partido”, destacou.

Sobre um nome do partido para enfrentar Marquinhos Trad no ano que vem, André deu ênfase ao nome do deputado estadual Márcio Fernandes, mas lembrou também de outros companheiros como o ex-deputado estadual Júnior Mochi, ex-senador Waldemir Moka, ex-ministro Carlos Marun e Tânia Garib, sua ex-secretária de Assistência Social. “Temos bons quadros para a disputa e vamos decidir qual o melhor com a realização de pesquisas qualitativas e quantitativas”, disse.

Ao fazer uma avaliação da gestão Reinaldo Azambuja, Puccinelli disse que avalia o atual governo como razoável. “Não merece bom e nem ótimo. O político precisa ser verdadeiro antes, durante e depois da eleição. Quantos hospitais foram construídos? Por que não terminaram o aquário?”, questionou. Disse que foram ditas inverdades sobre o aquário e hoje tudo o que foi gasto está comprovado no Portal da Transparência. Ainda sobre um comparativo do seu com o atual governo disse que recebeu o governo de Zeca do PT com comprometimento de 181% da receita corrente liquida e entregou para Reinaldo Azambuja com 92%. “Além disso, quando assumimos o Governo do Estado o Tesouro Nacional nos classificava na letra C, melhoramos muito e atingimos a classificação B, mas o atual governou deixou cair novamente para a letra C”, ressaltou.

Sobre a situação do MDB em Mato Grosso do Sul, Puccinelli disse que atualmente em 62 dos 79 municípios do Estado o partido tem total condição de lançar candidatos a prefeito e vereadores. Em outros 17 municípios estão ocorrendo regularizações, sendo que em sete foi determinado intervenção total nos diretórios e em dois já foram nomeadas as comissões provisórias.

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