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Economia ECONOMIA

Operação padrão dos servidores da Receita emperra liberação de cargas na fronteira

Segundo os servidores, existe uma fila de quase 500 caminhões nas unidades alfandegárias de Ponta Porã, Corumbá e Mundo Novo

21/01/2022 09h17
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Por: Redacao
Pátio da unidade da Receita Federal em Mundo Novo está lotado, com mais de 70 caminhões - Foto: Sindifisco Nacional MS/Divulgação
Pátio da unidade da Receita Federal em Mundo Novo está lotado, com mais de 70 caminhões - Foto: Sindifisco Nacional MS/Divulgação

A operação padrão dos auditores-fiscais da Receita Federal completa 26 dias nesta sexta-feira (21). Em Mato Grosso do Sul, a análise detalhada da documentação e vistoria rigorosa dos veículos de carga provoca a formação de uma fila de quase 500 caminhões nas unidades alfandegárias de Corumbá, Mundo Novo e Ponta Porã. 

A operação é uma das ações do Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal (Sindifisco Nacional) em protesto contra o corte de R$ 1,2 bilhão no orçamento do órgão para este ano, pelo descumprimento de acordo para a regulamentação do pagamento de bônus de produtividade para a categoria e ainda pela falta, desde 2014, de concurso público para a classe. 

Em Mato Grosso do Sul, a situação mais crítica é no Porto Seco de Corumbá (Agesa), que é o principal corredor de comércio exterior do Brasil com a Bolívia e por onde passam diariamente mais de 200 carretas. 

No fim da tarde desta quarta-feira, o pátio do Porto Seco tinha 313 veículos e outros 27 fora, aguardando a abertura de vagas.  

Em Mundo Novo, na fronteira com o Paraguai, o pátio da aduana também está lotado, com aproximadamente 70 caminhões. 

Na alfandega de Ponta Porã o quadro se repete, mas com números diferentes. Pelo menos 60 caminhões aguardando liberação alfandegária. Os veículos lotam o pátio e ruas próximas. A cidade, inclusive, enfrenta há duas semanas desabastecimento de alguns produtos, como cimento, por exemplo. 

Mesmo com a situação se agravando, o governo federal, após algumas rodadas de negociação da categoria com vários ministros, não sinaliza com o atendimento da pauta de reivindicações da classe. 

Além da operação padrão, auditores-fiscais que ocupavam postos de chefia também entregaram os cargos no fim do ano passado e foi adotada pela categoria a meta zero, ou seja, ações e fiscalizações não serão concluídas e projetos operacionais estão paralisados.

Conforme decisão em assembleia,  a categoria não participou nesta terça-feira da série de manifestações de outras categorias do funcionalismo público federal que ocorreram em todo o país, tendo em vista que, segundo o Sindifisco Nacional no Mato Grosso do Sul, a categoria não está lutando por reajuste salarial.

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